Elizabeth Aguilera foi assassinada no passado dia 27 de Junho, devido aos seus esforços para combater o crime organizado na Venezuela. Activista comunitária e dirigente local do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), foi assassinada em Caracas por supostos membros de um bando paramilitar, de acordo com um porta-voz do partido.

Aguilera foi alvejada várias vezes no sector Cota 905, uma zona popular no centro sul da capital da Venezuela. O seu corpo foi também queimado seguindo-se a divulgação de várias fotografias do sucedido nas redes sociais, presumivelmente pelos seus assassinos.

O crime foi confirmado por um representante do governo distrital, Daniel Aponte, que afirmou tratar-se de um ataque levado a capo por um “grupo paramilitar.”

“Será feita justiça, o PSUV expressa totalmente a sua solidariedade”, afirmou Aponte, que apodou Aguilera de combatente, de devota chavista e de líder comunitária.

De acordo com fontes policiais, os autores do crime abandonaram a vizinhança do Sucre quando chegou à zona uma brigada anti-paramilitar da Operação Libertação e Protecção Popular (OLP). A OLP foi criada com o intuito de combater a violência dos grupos paramilitares no país, principalmente no rescaldo da violência paramilitar que levou ao encerramento da fronteira da Venezuela com a Colômbia. 

As fontes policiais consideram como provável que Aguilera tenha se tenha tornado num alvo por fornecer à polícia dados sobre a actividade criminal na sua vizinhança.

A zona onde ocorreu o crime supõe-se ser dominada por um grupo criminoso liderado por um indivíduo conhecido pela alcunha de “Coki”, estimando-se que tenha sob o seu comando pelo menos 120 homens.

O grupo é acusado de levar a cabo roubos de veículos, raptos, extorsão e homicídios.

Fonte: teleSUR

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1 – Apoiar a Revolução Bolivariana, a qual tem provado repetidamente a sua natureza democrática, na luta para libertar os oprimidos da Venezuela.

2 – Defender a Revolução contra os ataques do imperialismo e dos seus agentes locais, a oligarquia venezuelana.

3 – Apoiar a nova confederação sindical, UNT, como sendo a legítima voz do movimento trabalhista.

4 – Rebater as distorções e as mentiras da comunicação social acerca da Venezuela e mobilizar o máximo de apoio possível na defesa destes pontos.

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