O governo da Venezuela anunciou neste sábado (4) a entrega de 4.200 toneladas de alimentos em todo o país por meio visitas de casa em casa para atender os problemas de escassez e desabastecimento do país.

"Estamos fazendo 1.594 jornadas em todo o território nacional, distribuindo 4.200 toneladas de alimentos a 493 mil famílias de casa em casa, em conjunto com os CLAP [Comités Locais de Abastecimento e Produção]", disse o ministro da alimentação venezuelano Rodolfo Marco à televisão estatal VTV.

A operação faz parte das acções idealizadas pelo Executivo para enfrentar os problemas de falta de produtos, principalmente remédios e artigos e alimentos básicos, que afectam gravemente os venezuelanos.

Os CLAP, criados pelo presidente da Venezuela Nicolás Maduro, são organizações populares que se encarregam da distribuição de alimentos às famílias que se inscreveram no sistema.

Dessa forma, são responsáveis pelos registos das famílias para as quais serão dados, de acordo com a comunidade em que vivem, kits contendo produtos básicos, como farinha de milho, massa, arroz e azeite.

A oposição venezuelana denunciou que a implementação desses comités é uma medida que torna mais grave os problemas de escassez, já que desviam os produtos que deveriam ir para as prateleiras das lojas regulares.

Entre os produtos escassos estão alimentos como leite, carne, ovos, café, azeite, açúcar, farinha de trigo, farinha de milho e manteiga, assim como artigos de limpeza e higiene pessoal.

A situação provocou protestos espontâneos na capital venezuelana, Caracas, e outras cidades do país. Os cidadãos se queixam da dificuldade de conseguir esses produtos e rejeitam medidas do Executivo para enfrentar a escassez.

Fonte: G1

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1 – Apoiar a Revolução Bolivariana, a qual tem provado repetidamente a sua natureza democrática, na luta para libertar os oprimidos da Venezuela.

2 – Defender a Revolução contra os ataques do imperialismo e dos seus agentes locais, a oligarquia venezuelana.

3 – Apoiar a nova confederação sindical, UNT, como sendo a legítima voz do movimento trabalhista.

4 – Rebater as distorções e as mentiras da comunicação social acerca da Venezuela e mobilizar o máximo de apoio possível na defesa destes pontos.

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